Sardine Contest ’26
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    Sardinha à luz de Lisboa


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    Sardinha à luz de Lisboa
    Synopsis
    Desde sempre que oiço de amigos vindos do estrangeiro, até mesmo das pessoas de cá que já viajaram pelo Mundo dizerem que a nossa Lisboa, tem uma luz única. Com isto, pensei em passar essa luz do nosso céu, com o nascer e pôr-do-sol a espelhar no Rio Tejo e nas fachadas de cores claras seguidas da nossa calçada onde predominam os azuis escuros quase pretos e os brancos sujos pelas pessoas que andam diariamente por cima delas. Ao fazer uma pesquisa encontrei um poema lindíssimo de Manuela de Freitas que me inspirou e que gostaria de partilhar, porque nele consegui visualizar as cores que a "Sardinha à luz de Lisboa" tem : Quando Lisboa escurece E devagar adormece Acorda a luz que me guia Olho a cidade e parece Que é de tarde que amanhece Que em Lisboa é sempre dia Cidade sobrevivente de um futuro sempre ausente de um passado agreste e mudo Quanto mais te enches de gente Mais te tornas transparente Mais te redimes de tudo Acordas-me adormecendo E dos Sonhos que vais tendo Faço a minha realidade E é de noite que eu acendo A luz do dia que aprendo Com a tua claridade Manuela de Freitas
    Used technique
    Digital
    Category
    Abstract

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